Domingo, 29 de Abril de 2007

MIAR

TENHO UMA ENORME DIFICULDADE EM ENTRAR NA CABEÇA DOS OUTROS.

MAS NÃO TENHO DIFICULDADE NENHUMA EM METER A CABEÇA AQUI:

publicado por Gabriela às 09:40
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Sexta-feira, 27 de Abril de 2007

IRMÃO ZÉ

Lembras-te de quando éramos crianças?

Os olhares cúmplices nos jantares de cerimónia?

Tínhamos um rádio enorme, cheio de botões brancos

daqueles antigos

que também tinha gira-discos

ensinaste-me a colocar os discos, a mexer nas rotações, a baixar cuidadosamente o braço enorme da agulha

“para não riscar” dizias

ouvíamos os discos dos pais

Silvie Vartin, Adamo, o célebre je t’aime…moi non plus, que ouvíamos às escondidas … lembro-me dos teus olhos a brilhar e eu não percebia bem porquê… (um dia, cantei em surdina, gemi e…também fiquei com os olhos brilhantes)

Mais tarde, ficámos com o gira-discos só para nós…só para ti

Já não gostavas dos discos dos pais, mas eu continuava a gostar

Ainda hoje gosto…

Recordo-me de ti na tua adolescência. Rebelde, cabelos encaracolados, enormes, as miúdas do meu liceu doidas por ti, as pastilhas, os charros. (foi contigo que fumei o 1º charro…foi contigo que fiz as primeiras experiências de tantas coisas)

Depois não sei porquê

Foi, quando eu também me tornei adolescente, rebelde e independente

Afastamo-nos tanto um do outro…

Somos dois estranhos

Queres ouvir, comigo, os discos dos pais?

publicado por Gabriela às 13:29
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VIVA?

CONSEGUES OUVIR O BATER DO MEU CORAÇÃO?

E SENTI-LO?

CONSEGUES?

publicado por Gabriela às 11:45
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Quinta-feira, 26 de Abril de 2007

...

publicado por Gabriela às 11:34
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Terça-feira, 24 de Abril de 2007

PROIBIR

PRECISO, URGENTEMENTE, DE ARRANJAR UM SINAL QUE DIGA:

"PROIBIDA A ENTRADA A PESSOAS ESTRANHAS AO SERVIÇO"

publicado por Gabriela às 13:38
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Sábado, 21 de Abril de 2007

ELOS QUE SE QUEREM CORTAR

Comi o frango mal passado

E a cada garfada, ouvi o carcarejar em agonia

Incomodou-me

Perturbou-me

É que eu também costumo pôr ovos,

qual império dos sentidos

Ovos que não sei chocar, que não quero chocar

Porque a ninhada não me segue...

Nem me chegam a ver

Ando às voltas no milheiral,

Em percursos labirínticos

E só assim consigo que me deixem

Preciso que me deixem

Preciso que saibam, todos,

que quero que me deixem

deixem-me

repito, grito

gritos abafados que me morrem na garganta

e que ninguém ouve

são tantos os sinais...

tenho um colado:

“cuidado com os cães”

Tenho outro, em seta vermelha:

“Saída”

Apesar de insistir em ouvir o caracarejar de agonia do frango

ando cega pela casa,

Incontinente,

De encontro ao desumidificador

E já não choco ovos

Lato...

Vou latindo

E uivando

Cheiro as esquinas, alço a pata, marco território

Que não quero

Que rejeito

Que insistem em me demarcarem

Não tenho dono, nem coleira anti pulga

Sou errante

Rafeira, escanzelada e errante pelas e nas lezírias ribatejanas

Sem olfacto

Qual é a solução?

Não tenho solução

A solução está, algures, perdida em mim

Eu sou a solução, mas não a tenho

Nunca a tive, não a conheço tão pouco:

...“Prazer, sou a solução”.

...“O prazer é todo meu, mas não a conheço...”

Se calhar, basta quebrar os elos

Apanhar no milheiral um saco de plástico com asas

E ir ao encontro de uma portada de um stand

Dos de topo de gama.

Ou dos outros

Aqueles das carcaças, esqueletos de ferro torcidos, das sucatas

Nem preciso de um carrinho de bebé, desconchavado, cheio de sacos de plástico de asas, pesados de nada e latas vazias e amachucadas de coca-cola

Ou de um carrinho de hipermercado

São tantos...

Jamais conseguirei decidir-me por um

Basta-me o saco de plástico, com asas

Mas vazio. Faço questão. Pesado de vazio e de nada.

A solução reside aí.

Sinto a tua falta...

Também sinto a falta do toque do telefone que confundo com a música do rádio

Sinto outra falta

A do teu perfil

Já não sei desenhá-lo

Tento com o dedo, no vazio do espaço carregado de átomos

E perco-me nos contornos...

Desenho-te o nariz na testa e um olho na boca, esta retorcida no lugar da orelha

Porque os teus olhos não me seguem

Estão presos em visores, páginas iluminadas que te ferem a vista

Os teus olhos raiados

Vermelhos, laivos de sangue

A minha falta desenhada no teu olhar...

E forço-me a comer frango

que não quero

Tenho dificuldade em o engolir

Tão pouco consigo

Quero dizer-te...olhos nos olhos

Mas, para isso, preciso primeiro de arrotar

Ensina-me a arrotar

Só sei vomitar

A cabeça enfiada no fundo da sanita, enquanto a abraço

Tornando-a minha, fazendo-a parte de mim

De resto, nascemos todos entre a urina e as fezes

Somos todos nauseabundos, imundos, putrefactos

Cheiramos mal dos pés, da boca, dos sovacos, temos ramelas, ranho, cagaitas, cera amarela nos ouvidos, cuspo branco no canto dos lábios

Mal de nós se abrirmos as pernas

Mas eu vomito

E gosto do teu cheiro a cavalo

Que não tens

Mas que eu gosto

Imploro-te:

Cheira a cavalo para mim

E continuo incontinente pela casa, marco territórios de pata alçada, sem fronteiras, cega e sem olfacto

E num rasgo, passo a esfregona com sonasol

Porque o algodão não engana

Algodão em fio, casulos tecidos em teares de mil fios

Fios que não me trazem a tua voz

Preciso de quebrar os elos

Ajuda-me

Quebra-os por mim

Abraça-me de encontro ao teu peito

A minha face encostada ao bater forte do teu coração

Enrosca-me no teu colo, embala-me, proteje-me

Até eu poder partir...

Serena, com um sorriso doce

Desenhado para sempre nos lábios

Cerra-me as pálpebras

Carícia última de veludo

Mas antes...

Deixa-me balbuciar:

...perdoem-me...

 

publicado por Gabriela às 00:38
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Quinta-feira, 19 de Abril de 2007

MEA CULPA

Não tens culpa.

Julgas, acaso, que eu não sei que a culpa é minha?

Até te digo porquê.

É que não consigo afastar a imagem diária, da decomposição do gato preto, na berma da estrada. Diariamente, vejo o lento processo de decomposição.

Entendes?

É uma imagem que está sempre presente.

Como está o som da porta a bater a ressoar nos meus ouvidos.

E aquela, onde eu estou, abraçada ao pinhal novo.

Havia trilhos no chão, no meio da caruma que eu comi aos punhados, a boca cheia, eu a engasgar-me e a vomitar terra seca e caruma, na ânsia de conter as lágrimas.

Que não consegui…

E era caruma, terra, lágrimas e gritos

Gritos a ecoarem por entre os trilhos de ferro que te levavam para lá das searas do sul.

Talvez, um dia, te encontre

Entre o som da porta a bater, o céu azul em olhos, no meio de uma estação coberta de neve.

Só que primeiro, tenho que conseguir apagar a imagem do gato preto em decomposição.

Não vai acontecer, aviso-te já.

Quando só ficar o tapete preto de pele colado ao chão, terei de ter a coragem de sair do carro e raspá-lo.

E como tão bem sabes, jamais terei a coragem de o fazer.

É que sinto em mim a espanca

Que me espanca.

Brutalmente.

Artefacto medieval, esmaga polegares, que em mim, me esmaga o peito.

E sempre, sempre o meu peito rasgado.

Sempre sangue a escorrer nos trilhos onde estou abraçada ao pinhal novo, atrás do som da porta a bater e dos olhos…

O céu azul em olhos,

E os olhos negros do mouro, quente oásis do deserto, miragem do al garbe.

E a voz quente que me envolve, apesar do peso da solidão “que me pesa como um casaco molhado”.

E rastos meus perdidos

E bocados de mim ao acaso

E entranhas feridas

E o útero em sangue de tanto me parir

E nasço e morro e renasço e volto a morrer

Constantemente

Já não há um tempo intermédio

perdi-o, faz tanto tempo.

Tenho uma alma moribunda e as palavras que, ainda articulo, são preces, últimos pedidos de uma condenada a uma morte lenta de asfixia.

A boca aberta como um peixe, o ar que preciso no peito e não tenho

FEV 65%.

Não digas nada.

Para quê palavras, quando acabei de te dizer, que a culpa é minha e do gato preto a decompor-se na berma da estrada?

Deixa-me assim.

Gosto do meu sangue.

É pegajoso, cola-se a mim, mas é quente e húmido.

É o vermelho verdadeiro de entre todos os vermelhos.

Já o viste em fundo branco?

Não existe imagem mais sublime.

Nos dois primeiros dias do gato preto, o vermelho do sangue dele, estava lá.

Via-se. Eu vi.

Será que o bebi?

Seria o líquido amniótico do meu nascer, que bebi logo, todo, para dele nada restar, se bem que, apesar da gula animalesca, pingaram gotas?

Deve ser, por isso, que me encontras, tantas vezes, nos telhados quentes de zinco, a miar, aquele miado, grito da noite, que ecoa para além do outro lado da lua.

Onde te espero

E onde não consegues ir

Vislumbras o olhar, olhos verdes de gata.

Só.

Eu sei…

Não precisas de te desculpar, dizendo que sou eu que me escondo.

Claro que me escondo. Gosto de me esconder atrás da minha sombra

E porquê? Também te digo. Hoje, até te digo tudo.

Porque ela me encontra quando estou perdida e moribunda.

Apenas ela…

E é só com ela que quero estar.

E morrer nos braços dela…

Que são do tamanho do mundo…

publicado por Gabriela às 13:36
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Terça-feira, 17 de Abril de 2007

ANTÓNIO LOBO ANTUNES

António Lobo Antunes luta contra um cancro após intervenção cirúrgica 

Não acreditava que um dia destes chegasse. E agora, Março de 2007, veio com a brutalidade de uma explosão no peito. Não imaginava que fosse assim, tão doloroso e, ao mesmo tempo, tão pouco digno como a velhice e a decadência. Tão reles. O olhar de pena dos outros, palavras de esperança em que não têm fé" – escreve Lobo Antunes.

Sobre o cancro, escreve: "Mói e mata. Mata. Mata. Mata. Mata. Levou-me tantas das pessoas que mais queria. E eu, já agora, quero-me? Sim. Não. Sim. Não — sim."

“Público.16/04/07”

 

Tens o Conhecimento do Inferno, embora no Cus de Judas a Memória de Elefante se esqueça da Explicação dos Pássaros, enquanto as cordas cantam o Fado Alexandrino nas Naus onde assinas o Tratado das Paixões da Alma.

É a Ordem Natural das Coisas que provocou a Morte de Carlos Jardel, lida no Manuel dos Inquisidores quando o Esplendor de Portugal reluzia numa Exortação aos Crocodilos.

António…

Não Entres Tão Depressa Nessa Noite Escura.

Que Farei Quando Tudo Arde?

Não tenho mais ninguém a quem dizer Boa Tarde às Coisas Aqui Em Baixo… sim, eu sei, que eu Hei-de Amar Uma Pedra, apenas e só, porque Ontem Não Te Vi Em Babilónia e foi, por isso, que li sozinha a História de um Hidrovião, ao som das Letrinhas de Cantigas a Apontar Com o Dedo O.Centro Da Terra.

Deste Viver Aqui Neste Papel Descripto:

 

Se tu morreres, a minha vida, as minhas noites serão tão solitárias. 

....quero mais livros, não me deixes...nunca

GTS

 

publicado por Gabriela às 08:47
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Segunda-feira, 16 de Abril de 2007

ENGANO

É tão estranho

olhar-me ao espelho

e não ver as tranças, o rabo de cavalo,

o cabelo loiro solto ao vento

a fintar as ondas.

Dou, por mim,

a brincar na rua, saltitando pela calçada.

Tenho nos bolsos os berlindes, as caricas e os abafas.

aguardo o chamamento para o lanche,

sem esquecer o chapéu de palha na cabeça.

Faço tudo direitinho e, até,

tenho cuidado quando caio.

Mas…não consigo ser crescida!

Não sei andar com esta carteira,

cheia de cartões para máquinas demoníacas,

aparelhos que vibram

chaves que tilintam.

Perco-me na multidão

e engano-me nos caminhos.

Dá-me as bolinhas de sabão

vou soprá-las

enquanto me equilibro na bicicleta vermelha.

Vais ver que consigo.

De resto, combinei estar contigo esta tarde.

Temos os papagaios para construir

a cola está pronta

as ripinhas cortadas

o meu papel é vermelho!

Vamos soltá-los, amanhã…

encher o céu de colorido

gritar para eles não caírem.

Não. Não digas isso!

Vais ver que vai haver vento

 

publicado por Gabriela às 14:52
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2007

QUIS TUDO

Quis engolir o sol para que ele brilhasse sempre nos meus olhos

E deixasse de ser noite

Quis a lua para beber e com ela poder abraçar-te

Quis gritar ao mundo

O meu amor porque ele saía dos meus poros

E juntava-se à tua transpiração

Quis tudo…

abarcar o mundo, o universo, as estrelas, a infinitude

Morri nos meus braços

Na ausência dos teus…

 

sinto-me:
publicado por Gabriela às 11:08
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2007

BOA!!!

CONSEGUI REPÔR TUDO NO SEU LUGAR.

MAS NÃO CONSIGO COLOCAR LINKS DE BLOGUES AMIGOS E DE SITES AMIGOS.

CONTINUO DAHHHH...

MAS TAMBÉM, CONTINUO A TENTAR.

COM OU SEM AJUDA, LÁ CHEGAREI !

(CHEGAREI?)

sinto-me:
publicado por Gabriela às 21:50
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NÃO PERCEBO NADA DESTA MERDA

PORRA !!!...

ESTIVE A FAZER OBRAS NO BLOG E, VAI DAÍ, TUDO O QUE DIZ RESPEITO À GESTÃO DO BLOG, EM VEZ DE FICAR AO LADO DOS POSTITOS....NÃO....VEIO TUDO PARA BAIXO!

COMO, AINDA POR CIMA, ESTE BLOG É POUCO VISITADO, A  QUEM PEÇO AJUDA PARA PÔR TUDO LINDO OUTRA VEZ.?

ALGUÉM ME ENSINA A ESCREVER HELP EM BRAILLE???

sinto-me:
publicado por Gabriela às 17:08
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NOVA REMESSA A NÃO PERDER...

 

SEXUALIDADES

 

SINAL DE ALERTA

 

A RAINHA

 

PEQUENAS FLORES VERMELHAS

 

O VÉU PINTADO

 

AS VIDAS DOS OUTROS

publicado por Gabriela às 08:23
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Quarta-feira, 11 de Abril de 2007

RUPTURA

Que maçada…

Ainda hoje, não tenho explicação para o que aconteceu.

Éramos felizes os dois. Levantávamo-nos à mesma hora, tomávamos banho à vez, bebíamos uma chávena de café, dizíamos “até logo” e à saída do prédio já velho onde morávamos, tu viravas à direita para apanhar o eléctrico, e eu descia a calçada à esquerda.

Eu chegava a casa mais tarde. O chefe de repartição fica sempre até tarde no escritório, e eu tenho de ser sempre a última a sair.

Quando chegava a casa, já tu tinhas o pijama vestido e, sentado na tua cova do sofá, forrado com os naperons que eu fazia em crochet (agora gosto mais do ponto cruz. Já tenho 3 quadros para pôr na sala, falta só que tu marteles os pregos) ouvias atentamente o rádio.

Quatro vezes por semana, fazia o teu comer preferido: feijoada à transmontana.

Depois do jantar, arrumava a cozinha e sentava-me ao teu lado, na minha cova do sofá, a fazer os meus naperons de crochet (agora bordo em ponto cruz).

Naquele dia, (há 2 anos, 5 meses e 18 dias) vim mais cedo para casa.

O resto da feijoada do jantar que comi, ao almoço, na secretária da repartição, caiu-me mal.

Abri a porta da casa, ouvi gargalhadas…

Tu a rir!!!

Fiquei espantada. Tu, sempre tão sério.

E quando espreitei o quarto, estavas com uma mulher os dois nus em cima da colcha de crochet que eu tinha feito para a nossa cama.

Foi uma maçada para mim, ver-te tão atrapalhado, explicando a gaguejar que estavas mal das costas e que a tua colega se ofereceu para te dar uma massagem “Zen”.

Gostei do nome: massagem Zen.

Aproveitei que estavas entretido e, como era dia de feijoada, fui adiantar o jantar. Eu não ia jantar, fazia um cházito, para me aliviar os intestinos.

Não te senti à porta da cozinha, entretida a lavar os feijões.

Disseste-me adeus e mal tive tempo de te responder. Achei estranho saíres àquela hora, de braço dado com a colega Zen. Mas pensei que fizesse parte do tratamento. A maçada toda era a panela da feijoada já pronta e eu mal dos intestinos.

Mais estranho achei não teres voltado nessa noite. Nem nas seguintes…

E todas as noites eu cozinhava feijoada, não fosses tu aparecer de repente, já refeito das costas e não teres o comer pronto.

Há 2 meses que sangro, quando defeco (gosto da palavra defecar).

Quarta-feira passada, sentada à noite na minha cova do sofá, a bordar ponto cruz, tomei coragem de ir ao médico.

E fui…

Hoje voltei lá, para saber os resultados dos exames. Não sei o nome deles, mas sei que não eram exames Zen.

O médico disse-me que eu tinha um cancro nos intestinos e perguntou-me que tipo de alimentação eu fazia.

Eu disse-lhe que comia feijão.

“feijoada à transmontana, senhor doutor”.

Não vá tu voltares, refeito das costas devido às massagens Zen, e não teres o teu comer preferido.

Era uma grande maçada!!!...

publicado por Gabriela às 10:27
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Domingo, 8 de Abril de 2007

NOVA REMESSA DE LIVROS

"Pelo Bem Comum"

Arundhati Roy

"insânia"

Hélia Correia

"Estranhos Perfumes"

Marie Darrieussecq

"A história de um hidrovião"

António Lobo Antunes

"Contos Apátridas"

José Fajardo; Santiago Gamboa; António Sarabia; Luís Sepúlveda; Bernardo Atxaga

"As mais belas histórias"

"Viagem ao País da Manhã"

Herman Hesse

"Lavrar o mar"

Daniel Sampaio

(não gosto dos livros deste autor. Vou ler este, porque o título veio do Lobo Antunes, e por causa das cartas de Eulália Barros.

 

(Vieram, quase todos, do Mercado da Ribeira)

publicado por Gabriela às 11:35
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