Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

...

SERÁ QUE É DESTA QUE O TAMIFLU SE VENDE?

 

É QUE O PRAZO DE VALIDADE DEVE ESTAR QUASE A FINDAR...

 

 

publicado por Gabriela às 09:10
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Sábado, 25 de Abril de 2009

25 DE ABRIL DE 1974

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publicado por Gabriela às 15:26
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Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

Um must...

Bigode de volta. Cabelo na venta, não

Luís Pedro Nunes

Garantem por aí que o bigode está de volta. Não sei... Portugal é um país traumatizado. A década de 70 foi a última época em que o bigode pôde ser ostentado com pundonor após a chegada das matas da Guiné e até era estiloso tocar air guitar, como o Santana ou o Zappa, a segurar uma Sagres mini no meio da pista de dança.

Os anos 90 serão para sempre recordados como tempos de intolerância. Fizeram-se verdadeiras perseguições aos bigodes públicos, que não aguentaram a pressão. Após 800 anos de história, portugueses e portuguesas tiveram pela primeira vez o lábio superior desnudado. Em ambos os casos, nem sempre se ganhou esteticamente. Mas também desapareceu a barbicha à ginecologista, o passa-piolhos à jornalista e a pêra à fadista coimbrão.

Há uma década que tímidos movimentos "anticara limpa" tentam lutar contra o "escanhoado perfeito". Há dois problemas a ter em conta: um é a pele das mulheres, que efectivamente fica maltratada pelo raspar carinhoso de uma barba de dia e meio. Mas nem é por aí, porque os maridos/namorados não andam a esfregar as caras nas respectivas com tanta frequência. O busílis é a todo-poderosa indústria das lâminas, cremes after-shave e afins, que em 2009 já vão numa gilete descartável com seis (!) lâminas. Já lá vamos.

Fazer a barba é daquelas coisas que cada homem tem a sua teoria insofismável. E há de tudo. Afinal, pelas minhas contas, e numa estimativa por baixo, aos 80 anos cada um terá despendido mais de um ano a barbear-se. É natural que tanto tempo a olhar-se para o espelho ao longo da vida, pela manhã, com um objecto cortante na cara, após o acordar, entre o choque do banho e o alívio do vaso sanitário, se preste a grandes actos de contemplação teórica.

Mas a questão que coloco é esta: seis lâminas? Cinco mais uma para os detalhes e um sistema de trepidação! Resulta? É óbvio! Leiam: são cinco lâminas a deslizar na cara! Quando há pouco mais de 25 anos comecei a fazer barba era só um cabo de plástico com uma lâmina. Onde irá a tecnologia de barbear dentro de dez anos? Trará holograma de barbeira sexy? Aguardo.

Quanto a máquinas de barbear, deduzo que já tenham atingido um qualquer nirvana tecnológico, pois chegam a custar 400 euros, pelo que vi nas prateleiras. Se o aparelho fizesse um lifting e uma drenagem do duplo queixo seria um investimento compreensível. Mas, ao que parece, só barbeiam.

Para quem gosta de usar barba cerrada de macho e precisa de fazer manutenção, optei por testar uma Philips 9 em 1, uma máquina de aparar com nove cabeças, por menos de 60 euros, que se revelou ser um objecto contraditório: é tão cheio de arrumaçõezinhas, de caixinhas e pecinhas saltitantes que se perdem tão facilmente que não parece ser algo de uso compatível para quem não quer ter chatices com a barba. Tecnicamente, quem deixa crescer a barba, tende para a bandalheira.

E aquilo é um desatino. Uma irritação. A não ser que se tenha um butler para arrumar aquilo tudo. Mas então não teria uma máquina de 60 euros. Deduzo. Vale pelo aparador de pêlos do nariz. Um gadget que começou por ser uma "bizarria", mas que se vai vulgarizando e que lança a dúvida: "Hum... aparador de pêlos no nariz? Quer dizer que isto aqui a sair das narinas é para ser aparado?"

Há também uma corrente "retro" quer no uso dos produtos quer no regresso às barbearias, agora muito fashion em várias capitais cosmopolitas. Em Lisboa, ponderei uma ida ao Ritz para fazer à navalha. Mas é um local com uma frequência duvidosa. Ter um objecto mortífero junto à garganta numa sala cheia de políticos não me pareceu uma atitude muito inteligente.

 

publicado por Gabriela às 15:48
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