Quinta-feira, 22 de Julho de 2010

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Hojeapetecemeassimporquetambempordentroaamalgamaeestanemacentosvouporfoioenegenheiroalcoolicoanoiteuenteoolhardeleasolidaoeoostracismobemlatentesnoolhareuaoprincipioduratalcomoontemhojeasentirmeidiotaquemsoueuparanaodarcontadaqueleolhareleamendigardoisdedosdeatençaoeuarmadaemparvaedpoisacairemmimepreferivelumalcoolicobebadodesolidaoeostracizadoquealgumasmuitastantasoutraspessoascomquemmuitasvezessoubrigadaafalarnãoaconversarafalaredepoisnemsequercustouabrisaestavaquenteouviaoalongeasondasbravasdomareestecheiroqueesempreumanovidadeparamimporqueaindataodesconhecidoemboraporvezestaoconhecidoestavaeraesquecidoporexemplotergoiabasemcasaabriraportaeocheirobatercomtodaaforçaeocheirodaterramolhadaagoraqueeinvernouminvernodetrintagrausomsolederepenteumventoforteederepenteumavalentecargadeaguaondejaseviuelogoaseguirvoltaosolcomtodaaforçaeficaocheiroumcheiroquesoseencontraporestesladosaindanaovimorcegosondeandaraoelesnomogeirotambemnaovinemnositiopintadotenhoqueencontrarmorcegospenaqueaesplanadaondejantonaotenhamorcegoscomohavianomamoeirodaminhacasaeeuanoitesentadaporbaixoextasiadacomeleseramlargasdezenastodosafazeropinoeuadelirarcomaagilidadefaziaomesmonumramodeumamangueiraenrolavaspernasnoramoacabeçaparabaixoeeramorcegomorceliegoestarabemescritomorceliegoseilaenaoquerosabergostodaplavramorceliegoegostodemorcegosequeroestarsentadanaminhaesplanadaanoiteevermorcegosemorceliegosenaoalcoolicosdeolhartristesoeostracizadoportodoseeterrivelporquenaomeconsigodeitarahorasdecentesdeitometardissimotudoporcausadanoiteedavarandadeondeavistoomareacordocomoamanhecerascincodamanhaeenavarandaquequeroestarnaohaamanhecercomoestestropicaisnemnoitescomoestaseeuaressentirmepoucashorasdesonotragocomigoosditadospopulareslevantarcedoecedodeitardasaudeefazcrescersaudeateprecisocrescernaosoualtaconfumdemmesempremeconfudiramcomalemaouholandesaqueeusaibahaviaumbisavoespanholfuiestupidaquandofizumainvestigacaoemcienciasdasreligioesnaoterpedidoaminhagenealogiaporquenaigrejaondeestavaapesquisartinhamtodosdadosmaseramtaosimpaticoseualielesaquererembaptizarmeeuaevitartudosempreialaagorapedirmaisumfavorenaodarnadaemtrocafeionaoemasagorapodiadizerquesimumantepassadoalemaoouholandesounaosooespanholadarmeestacargafisionomicaqueherdeijuntocomomeuirmaodaminhavoosoutrosnetoscomolhosescuroscabelosescurosenaotaoaltossecalharcrescimaispormododosmorcegosmorceliegoseudecabeçaparabaixonoramodamangueiraeaspernascresceramotroncoesticoueubemdigoquegostodemorcegosmorceliegosumamaçadanaohaverdebaixodeumaarvorenositioondejantohasardoesquejaosvihaateumquemefazcompanhiatodasasnoitesesempreomesmotemlugarcativodecaçadeveserochefedeumgrupodelescomosechamaraumgrupodemuitossardoeshamanadasbandoscadumeseeteceramasparalagartosgrandesoupeuenosquenomesedánenhumnaoeosenhoralcoolicojaestaraadormiruaindaabebereafalarcomeleproprioosalcooliosmonologamsemprepormaisquetentemdialogareutambemmonologosempremonologueigostodemnologarosmorcegosmrceliegosmonologoraotambemagoranaoquerosabernemmeimportavoutentartravarumdialogocomaalmofadaedeixardesermorcegamorceliega.

publicado por Gabriela às 04:34
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Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

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... Para a K. F. ...

 

Nunca tive pressa.

Sabia que, um dia, irias aparecer.

Era só saber esperar e nisso sou perita. Não que não tivesse alguns entusiasmos, não que não me tivesse embriagado, por momentos, dias, semanas, com um, ou outro caso. Nada de sério, confesso-te agora. Porque era por ti que eu esperava. Era a ti que me queria dar e caminhar pela vida de mãos dadas contigo.

Tudo o resto não importava. O sabor meio-amargo das relações falhadas era, apenas e só, a certeza que irias chegar.

E nunca tive pressa. Sabia bem que as paixões são efémeras, o amor, esse nunca o é.

Passei anos, calmamente, por entre ruas, ruelas, esquinas, jardins, a espreitar se aparecias.

E um dia chegaste.

Contigo veio o sol, a lua, o imenso oceano, as estrelas, a luz. E contigo veio também a certeza de que, apesar de o amor ser um lugar estranho, tu e eu abrigávamos-nos nele.

E ele cobria-nos num manto de ternura, embalando-nos, enquanto recostados em nuvens, planeávamos juntos a nossa caminhada pela vida. De mãos dadas, sempre de mãos dadas.

Estás doente, agora, e eu estou doente também. Mas, não ouses sequer, nem por momentos, abandonar-me. Permito-te tudo menos isso.

És tu o amor. E sem ti a minha vida não faz sentido. Sem ti, já nada espero, sem ti, quem me abraça é a noite escura, fria e sombria.

Porque meu amor, apesar de o amor ser um lugar estranho, nós habitamos nele, enrolados em posição fetal.

E é dentro dele que queremos caminhar, de mãos dadas, sempre de mãos dadas.

publicado por Gabriela às 02:17
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010

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O ano passado, às 5 da manhã, acordei a minha neta com beijinhos e muitas festinhas na cara.

Ela abriu os olhos e sorriu para mim...fazia 11 anos e teve a prenda com que sonhava há muito.

Este ano, não a vou acordar com beijinhos e festinhas.

Nem sequer a vou ver.

O sol da minha vida vai fazer 12 anos daqui a 20 minutos.

E daqui a 20 minutos eu vou à varanda, ouvir as ondas do mar, sentir a brisa da noite quente,olhos perdidos no mar, soltar um uivo para a lua cheia,e fazer de conta...vou fazer de conta...hoje tem mesmo que ser.

Vou fazer de conta que te estou a dar beijinhos e a fazer festinhas na cara. Como fiz quando te vi nascer, como fiz durante 11 anos.

Vai ser a única maneira de conseguir não chorar.

... Porque, querida Bé, a vovó morre de saudades tuas ...

publicado por Gabriela às 04:38
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