Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

...

Tenho que construir um bólide amarelo.

As peças são estranhas. Até têm um cavalo de baloiço … será a suspensão?

Gosto daquela mecânica das oficinas dos carros velhos que insistem em serem consertados (ide, ide para a sucata…mas não…teimam em andar aos soluços ou, não andar). Gosto do carrinho que desliza para debaixo dos carros (as rodas serão feitas de rolamentos iguais aos que nós fazíamos quando éramos putos?)

Também gosto dos fatos macacos azuis cheios de nódoas pretas (sempre quis ser mecânica de oficinas de carros velhos e ser motorista de pesados…não sou nem uma coisa nem outra, daí veio o descambo), adoro, mas adoro mesmo, o esparadrapo (eheheh), a viscosidade do óleo dos motores (ahhh…que prazer enorme abrir o capôt, desencaixar o ferrinho enorme, metê-lo (soa mal) até ao fundo (voltou a soar mal), tirar, (auchhh…soa tudo bué da mal) olhar com ar de entendida, abanar a cabeça…”não precisa de ser mudado, está ainda com boa cor e o nível normal”) não gosto das unhas pretas nem do cabelo oleoso e, para ser franca, também não gosto dos calendários das oficinas dos carros velhos, aqueles com mulheres nuas, em várias posições, em carros novos e brilhantes… mas gosto, à brava, de Pin-Ups .

 

Mas … dizia eu … tenho que construir um bólide amarelo descapotável e encaixar as peças estranhas, em locais certos, mas também estranhos.

Só depois disso poderemos colocar um lenço na cabeça, ao velho estilo de Holliwood (gosto) e fingirmos que somos alguém….ou poderemos brincar de Bonny and Clide, ou de Thelma e Louise.

Posso ser a Susan? Ficas melhor de Geena.

 

Depois é fácil…voamos pelo penhasco … à velocidade do bólide amarelo. E temos que brincar muito depressa, mesmo muito depressa…os super estão ready e não tenho mais whispers.

 

Whispers to me?

Juro-te que, antes de te tocar, limpo as mãos ao esparadrapo.

 

publicado por Gabriela às 07:51
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...

... porquê as de pão francês e não de pão de alho?

 e as de macarrão com queijo? faz algum sentido?

e depois são feias, com molho a escorrer ...

 

blaghhhh .....

publicado por Gabriela às 07:16
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Terça-feira, 26 de Julho de 2011

...

Nem eu entendo..quanto mais tu

Mas é nos mergulhos dos regadores que me encontro quando te deposito em grupinhos de 6, todos alinhados, em fila, ordenados, a distância que os separa é a mesma, a olho, só um, mas é a mesma, alerta e em sentido e vai de 1 e 2 e 3 e 4 e 5 e 6 e 7 e 8, 8 vezes em que a água te encharca, regalame com tu semilla, que …pufff… é uma 4 july? Uma holly oak? Cocoa maybe? Sartre? (não vale a pena procurares a Simone…se fué hasta un ratito)

E não penses que me encontras na inglesa. A opção está cerrada, quando muito, espreita no farol ou no pagode…não estou aí, mas também não importa…é que o airship perdeu-se por entre as orchards construídas por um exército não de laboriosas formigas mas de serventes de pedreiros. Nunca entendo porque não vem também os sacos de cimentos e a água. Gosto do barulho metálico da pá a misturar o pó e a água. A mistura já pronta, uma massa compacta e a dança da pá continua. Enche, vaza, enche, vaza. Alguém saberá quantas vezes são necessárias, se é uma espécie de ritual, se é só porque, tal como eu, gostam do barulho metálico da pá?

Gostava do ginkco. A cor do Outono e as silver map (em 3 cores…numa só tenho em 2 cores). Mas as tabuletas existem para provar, nem é preciso fazer a prova dos nove, falho-a sempre, onde falhei eu?, pergunto-me tantas vezes, e não, não chego lá, as gravuras de Monet, duas, não uma, duas, uma para mim, outra para ti, não outra para quem apanhar, ela apertada entre livros, ao lado das brancas bolinhas minúsculas, mini flashes de prazeres embutidas em blisters de folha de alumínio, prata, devia ser ouro, diamantes, mas prata apenas, para grande gáudio meu, toma, toma, toma, na mesma proporção que o teu olhar inocente, tão puro, espelho do mar e do céu, me engana, me trai, me tenta (?), e a bonança que antevê a tempestade, não dessas com que a natureza gosta de me brindar, mas aquelas que me estilhaçam, despedaçam, eu encolhida a suar, num canto do farol, o círculo de luz que não pára, não pode parar, semillas e semillas alinhadas, em fila, ordenadas, a distância que as separa é a mesma, a olho, só um, mas é a mesma, alerta e em sentido e vai de 1 e 2 e 3 e 4 e 5 e 6 e 7 e 8,

 

e …pufff…surprise !!!!

 

regalame com una que no exista para que las raíces no sequen e 1 e 2 e 3 e 4 e 5 e 6 e 7 e 8 e nada, nothing, rien, niente, nichts, niets, ezer, no

surprise, hora do smille triste…

 

deixas-me colocar o boneco a vomitar verde, deixas?

Back to black?

Back?

U allways be there

Whom?

U ana..u ana eu …

publicado por Gabriela às 03:25
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Domingo, 24 de Julho de 2011

R.I.P.

... Club 27 ...
publicado por Gabriela às 01:03
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Sábado, 16 de Julho de 2011

...

... Te extraño …

 

Larguei o meu uivo à lua

Creio que não deste por ele

O eco perdeu-se numa das crateras

 

... RO HAYHU ...

publicado por Gabriela às 20:39
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...

 

Jéusiyax Lezcano

 

 

... Tribo Maka ...

 

só restam 2.000 ... foram todos dizimados ...

vivem da caça... (comem tudo o que mexe) e do artesanato que vendem pelas ruas de Asunción....vivem a 2h da capital...a reserva que lhes foi atribuída é árida e seca, não há como plantar, não têm electricidade, a água é da chuva guardada numa cisterna e repartem entre si tudo o que têm ... apesar de tudo, conservam, ainda, um ar sereno, doce e feliz ...

publicado por Gabriela às 20:30
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...

 

 

... as assimetrias ...

publicado por Gabriela às 20:27
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...

 

... Vive-se bem ...

 

 

 

... também se vive assim ...

 

 

 ... e alguns "restaurantes" do povo são assim ...

publicado por Gabriela às 20:18
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...

 

... O Palácio do Governo ...

 

 

 

 

 

... E a luta dos que nada têm ...

publicado por Gabriela às 20:14
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...

... Artesanato ...

 

 

Vive-se assim:

 

 

mas também assim:

 

publicado por Gabriela às 20:09
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Sábado, 9 de Julho de 2011

...

 

 

... Vou só ali, ao Paraguay e depois continuo sem escrever ....

publicado por Gabriela às 19:23
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