Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Busca...busca Fanny!!!

Nem sei porque me preocupo com isso.

Afinal foi só um sonho

Que me atormenta…é um facto!

Mas bolas.

Era a nossa casa. E nós no umbral, em cadeiras de descanso. Futuro certo, curto mas certo, nós de mãos dadas, olhar perdido no horizonte (dejà vu?)

Eu a tentar dar-te beijos

Que tu não recusavas

Mas que também não aceitavas

Inerte

Inerte nos meus braços, espuma branca a sair pela boca …(morte, esquecimento, recusa…?)

Porquê?

Onde andas, meu amor?

Qual foi o momento em que te perdi, me perdeste, nos perdemos?

Se aquilo que tínhamos era imperdível

Era tudo tão nosso…

Por muita impossibilidade, és capaz de me olhar nos olhos

E dizer que já não me amas?

Passei assim tipo estrela cadente pela tua vida feita de quê?

De nada?

Como eu?

Massa inerte, peganhenta, rastejante

Que teima em seguir o teu rasto

O nosso

Busco sempre o impossível

Diz-me porquê.

Apazigua-me e diz-me porquê

Afinal não retenho o que posso ter

Quero o absoluto. Busco o absoluto. Qual cão que fareja, auto-estrada fora, campo minado afora, escombros de vidas perdidas, mortas e enterradas afora

Em busca de quê?

Diz-me amor, em busca de quê?

Era tão fácil

Era tão fácil se me deixasse ir ao sabor de ti

Farejar-te, encontrar-te o odor.

Nem sequer é difícil

O teu perfume persegue-me

(Deus…como desejava poder voltar a cheirar-te, uma só vez mais…só uma)

Busca, busca Fanny…

publicado por Gabriela às 23:10
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