Terça-feira, 26 de Julho de 2011

...

Nem eu entendo..quanto mais tu

Mas é nos mergulhos dos regadores que me encontro quando te deposito em grupinhos de 6, todos alinhados, em fila, ordenados, a distância que os separa é a mesma, a olho, só um, mas é a mesma, alerta e em sentido e vai de 1 e 2 e 3 e 4 e 5 e 6 e 7 e 8, 8 vezes em que a água te encharca, regalame com tu semilla, que …pufff… é uma 4 july? Uma holly oak? Cocoa maybe? Sartre? (não vale a pena procurares a Simone…se fué hasta un ratito)

E não penses que me encontras na inglesa. A opção está cerrada, quando muito, espreita no farol ou no pagode…não estou aí, mas também não importa…é que o airship perdeu-se por entre as orchards construídas por um exército não de laboriosas formigas mas de serventes de pedreiros. Nunca entendo porque não vem também os sacos de cimentos e a água. Gosto do barulho metálico da pá a misturar o pó e a água. A mistura já pronta, uma massa compacta e a dança da pá continua. Enche, vaza, enche, vaza. Alguém saberá quantas vezes são necessárias, se é uma espécie de ritual, se é só porque, tal como eu, gostam do barulho metálico da pá?

Gostava do ginkco. A cor do Outono e as silver map (em 3 cores…numa só tenho em 2 cores). Mas as tabuletas existem para provar, nem é preciso fazer a prova dos nove, falho-a sempre, onde falhei eu?, pergunto-me tantas vezes, e não, não chego lá, as gravuras de Monet, duas, não uma, duas, uma para mim, outra para ti, não outra para quem apanhar, ela apertada entre livros, ao lado das brancas bolinhas minúsculas, mini flashes de prazeres embutidas em blisters de folha de alumínio, prata, devia ser ouro, diamantes, mas prata apenas, para grande gáudio meu, toma, toma, toma, na mesma proporção que o teu olhar inocente, tão puro, espelho do mar e do céu, me engana, me trai, me tenta (?), e a bonança que antevê a tempestade, não dessas com que a natureza gosta de me brindar, mas aquelas que me estilhaçam, despedaçam, eu encolhida a suar, num canto do farol, o círculo de luz que não pára, não pode parar, semillas e semillas alinhadas, em fila, ordenadas, a distância que as separa é a mesma, a olho, só um, mas é a mesma, alerta e em sentido e vai de 1 e 2 e 3 e 4 e 5 e 6 e 7 e 8,

 

e …pufff…surprise !!!!

 

regalame com una que no exista para que las raíces no sequen e 1 e 2 e 3 e 4 e 5 e 6 e 7 e 8 e nada, nothing, rien, niente, nichts, niets, ezer, no

surprise, hora do smille triste…

 

deixas-me colocar o boneco a vomitar verde, deixas?

Back to black?

Back?

U allways be there

Whom?

U ana..u ana eu …

publicado por Gabriela às 03:25
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