Quinta-feira, 8 de Fevereiro de 2007

DESCONHECIDO

Encontrei este texto, algures, na net…andei quase 1 ano à procura da autora. Sim, porque foi escrito por uma mulher.

Até hoje, não descobri de quem é…queria saber para pedir autorização para publicá-lo no meu blog.

É que eu acho tão bonito.

Gosto tanto!

E então, hoje decidi publicá-lo (mesmo sem autorização):

 

…”Que a morte de tudo o que acredito... Não me tape os ouvidos e a boca... Porque metade de mim, é o grito... E a outra metade o silêncio...
Que as palavras que falo... Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor, apenas respeitadas, como a única coisa que resta, numa pessoa inundada de sentimentos... Porque metade de mim é o que oiço... E a outra metade o que calo...
Que esta minha vontade de partir... Se transforme na calma e na paz que eu mereço, que essa tensão que me corrói por dentro, seja um dia recompensada... Porque metade de mim é o que penso... E a outra metade o que sinto...
Que a música que oiço ao longe, seja linda...E que a pessoa que eu amo, esteja sempre amada, mesmo que distante... Porque metade de mim é partir... E a outra metade saudade...”

publicado por Gabriela às 11:07
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4 comentários:
De Anónimo a 8 de Fevereiro de 2007 às 13:46
Duas da madrugada.
Morna me deito.
Não por desejar mas por uma necessidade pura de descontrair o corpo moído. Ao contrário a mente activa, os pensamentos em turbulência. Fecho os olhos e deixo-me ir até ao infinito, saborear a mais bela visão da vida. Sinto o vento acariciando o meu rosto.
Paraíso.
Um aglomerado de nuvens brancas, donas dos meus desejos.
É neste infinito que desejo estar.
Ficar.
Perder-me.
É neste infinito que te espero, a ti que partilhas também este mesmo louco desejo de voar.
Encho os meus pulmões de vento, afogo-me neste temporal de esperança.
Quero ser livre.
Anda.
Vem.
Voar.

Belisa
De Gabriela a 9 de Fevereiro de 2007 às 12:00
Não consigo voar, tenho as asas feridas.
não há anjos na terra, o penúltimo caiu em 2003, o outro em forma de enfeite de natal não se segura, embora eu o tente colar, na porta do armário.
Se me deixares pousar a cabeça numa das tuas nuvens, só por instantes, e encheres os meus pulmões de vento, talvez consiga o infinito, mas nunca, nunca a infinitude
De Baleia Santa Maria a 8 de Fevereiro de 2007 às 23:48
És a fina haste, o frágil vime açoitado pelo vento!A ave errante voando à sorte!
Em mim pousaste, para que rime e talvez cante o teu lamento.
Sou um ameno estio, um mar de esperança, um remanso de bonança um doce Outono!Um porto de abrigo!Um cais sem sono!
Quando pousaste no meu peito arfante, eu fui o fino vime, a frágel haste, a ave errante.
Quando partires, eu desço o rio e vou contigo! Aproa a Norte!Açoitado pelo vento, eu consolo o teu lamento, vou seguir a tua voz. Não vogo à sorte!
Um velho cais voga veloz!

A tua querida baleia Santa Maria
De Gabriela a 9 de Fevereiro de 2007 às 11:54
Não és a baleia Santa Maria.
És a querida baleia Sant'Ana.
O rio espera por nós e vamos descê-lo juntas, de mãos dadas.
De resto, é sempre assim que andamos, não é?

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