Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

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SEM COMENTÁRIOS...

 

www.ionline.pt/conteudo/15804-gays-que-nao-se-assumam-devem-ser-processados

 

publicado por Gabriela às 13:18
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Domingo, 26 de Julho de 2009

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A gaivota não entrou em voo rasante, isso aconteceu nos “Pássaros”.

Perto da janela escancarada, num quase último instante, ela mergulhou, virou e alcançou espaço firme.

Gosto de gaivotas. Gosto do barulho que fazem, da comunidade organizada onde vivem.

Gosto quando as vejo voar em bando, quando vão todas juntas e loucas atrás das traineiras que vêm do mar, carregadas de peixe. A algazarra que fazem acompanha o som característico do motor da traineira. É música.

Gosto quando estão todas em terra, alinhadas, à espera do temporal.

Só não gosto de as ver nos detritos. Mas elas gostam.

Um porto (gosto mais de chamar cais), não é um porto (cais), se não estiver, lotado de barcos artesanais, traineiras e largas dezenas de gaivotas. (Também, gosto dos portos de mercadorias ou, dos cruzeiros. Mas … abomino marinas).

 

 

 

publicado por Gabriela às 19:54
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Um vislumbre, um olhar de esguelha no Tempo.

não este tempo,

comandado pelo dia e pela noite no campo,

ou, pelo tempo citadino

comandado à hora, minuto e segundo.

houve vislumbre do que é O Tempo?

O Tempo deixou-Se vislumbrar?

conheço o tempo

quer orientar-me, eu deixo, preciso, mas desorienta-me,

desorientando-me, também, o espaço

é por isso, que ando sempre perdida.

um pedido de adopção a um deus,

pedido tardio, é um facto

existiu sempre, mas nunca o pedi

(ainda vou a tempo?)

não me importo de aguardar

o tempo que for necessário

mas o tempo urge, o tempo da hora, do segundo e do minuto

está a levar-me depressa demais

e a desorientar-me demais.

confusão esta,  do tempo e do espaço

tudo a mexer, num tempo bêbado,                                                          

eu bêbeda, não gosto, fico tonta, enjoada.

vislumbre, olhar de esguelha

e o tempo talvez serenasse.

 

 

 

 

publicado por Gabriela às 07:43
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Sábado, 25 de Julho de 2009

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Tenho um prédio perto donde vivo…faz esquina …da minha varanda, vislumbro as varandas e algumas partes dos apartamentos.

Volta e meia o meu olhar foge até lá.

Ontem, no parque, um carro chegou.

Saiu um casal de meia idade.

O senhor estava visivelmente cansado, tenso, carregado. Notava-se que estava farto.

A senhora, também parecia estar cansada, aparentava estar doente.

Tiraram compras do porta bagagens.

Vi-os a chegar à cozinha.

Poisar os sacos das compras pela bancada.

O senhor saiu.

Entrou noutra divisão.

A senhora arrumou as compras.

Depois sentou-se numa cadeira da cozinha.

 

publicado por Gabriela às 06:25
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Sexta-feira, 24 de Julho de 2009

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Li, hoje, num jornal, que só no Norte há um milhão de pobres...

publicado por Gabriela às 22:56
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… “ O Silêncio dos Espaços Infinitos Assusta-me” …

Pascal

 

publicado por Gabriela às 12:36
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Mãe e filha avançam juntas para a morte

Uma imagem aterrorizou o maquinista quando desfez uma curva em São Mamede, Bombarral. Duas mulheres estendidas sobre os carris, imóveis. Ainda apitou, mas já nada havia a fazer. Mãe e filha tinham escolhido morrer ontem à tarde. No instante a seguir, o comboio trucidou-as.

 

"Há acidentes em passagens de nível e suicídios nas linhas-férreas, mas nunca em tantos anos de trabalho vi um suicídio duplo." O desabafo de um dos técnicos da Refer no local descreve o cenário macabro encontrado na Linha do Oeste, onde as duas mulheres foram decapitadas depois de colocarem a cabeça nos carris, no troço entre o Bombarral e as Caldas da Rainha.

As motivações para esta tragédia são desconhecidas, e a identificação das vítimas – uma mulher entre 60 e 70 anos e outra a rondar os 45 anos – estava ainda a ser apurada, pelas 21h00, pelo destacamento da GNR das Caldas da Rainha.

A única testemunha do acidente é o maquinista da composição regional 6415, que ligava Meleças a Caldas da Rainha. Ao km 92,8, pelas 13h00, em São Mamede, ao efectuar a curva da Baleeira, "viu duas pessoas deitadas lado a lado em cima do carril, em cima da banqueta [peça que sustenta os carris]. E para tentar evitar o choque ainda apitou para saírem", disse ao CM o revisor que seguia no comboio. As vítimas não se moveram, e foram trucidadas, tendo a composição conseguido parar apenas 400 metros à frente.

As mulheres, que residem nas Caldas da Rainha, terão premeditado o suicídio. Segundo apurou o CM, ter-se-ão deslocado para a zona de táxis e foram vistas a percorrer algumas centenas de metros até chegarem ao parque de merendas de São Mamede, junto à linha férrea do Oeste. Não havia ninguém por perto, e mãe e a filha dirigiram-se para cima dos carris, esperando então a passagem do comboio. Uma fonte policial adiantou que ambas ficaram "completamente desfiguradas", com os membros espalhados ao longo da linha.

publicado por Gabriela às 00:17
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JORNAL GRATUITO "METRO"

 

Vera Xavier

veraxavier@sapo.pt

21 352 30 75

93 116 84 96

 

CARNEIRO “Vencer a preguiça é a                              

primeira coisa que o homem deve

procurar, se quiser ser dono do seu

destino.” (Thomas Atkinson) Eu sei

que no Verão é mais difícil, mas vá

lá, vamos lá dar o nosso melhor.

 

TOURO “Se de noite chorares pelo

sol, não verás as estrelas.” (Tagore)

Em cada circunstância há beleza,

mesmo nas piores. Será que temos

lucidez para nos apercebermos isso?

 

GÉMEOS As paixões são como os

ventos que enchem as velas de um

barco. Esses ventos podem até nos

fazer perder de vez em quando,

mas sem eles talvez nunca encontrássemos

força para alcançar

novos portos.

 

CARANGUEJO Dizem que doidos

são aqueles que acreditam naqueles

sonhos loucos, ousados, diferentes,

mas porque não acreditar? O impossível também é

algo que nunca se tentou, não é?

Então…

 

LEÃO Boa parte dos obstáculos são

sobrepostos quando mudamos a

nossa mente e aceitamos o mundo,

tal e qual ele é, inclusive com os

seus espinhos. Enquanto insistirmos

em mudar o mundo, vamos

continuar a embater em muros.

 

VIRGEM Disse o sábio: “Ninguém

será grande líder se quiser fazer

tudo sozinho, ou quiser ter todos

os louros por o ter feito.” Todos precisamos

uns dos outros, lembre-se disso nos momentos mais delicados.

 

BALANÇA “No deserto encontrei-me

com Deus e ele falou-me sobre

os dois maiores erros da humanidade:

a pressa ante o tempo e a

lentidão ante a oportunidade...”

(Provérbio Persa)

 

ESCORPIÃO “A recordação é o perfume

da alma. É a parte mais delicada

e mais suave do coração, que

se desprende para abraçar outro

coração e segui-lo por toda a

parte.” Mas… não se esqueça de

viver também o agora.

  

SAGITÁRIO O ser humano tem a

mania de julgar com base nas primeiras

impressões e nas aparências…

grande erro! Evite julgar e

espere para conhecer a “substância”

de cada um. E porquê? Porque

todos têm olhos, mas poucos possuem

 

CAPRICÓRNIO Quando demoramos

muito tempo a decidir o que

quer que seja, pode ter a certeza

que, ou o plano não é muito seguro,

ou nós mesmos não temos a

certeza se aquele é o melhor caminho.

Pense bem antes de agir!

 

AQUÁRIO Sejam quais forem os resultados,

bem sucedidos ou não, o

importante é que no final cada um

nós possa dizer: “fiz tudo o que estava

ao meu alcance!”. Este é sempre

o verdadeiro vencedor!

 

PEIXES Segundo um provérbio antigo,

cada palavra que usamos deveria

passar por três perguntas,

antes de ser proferida: - É verdade?

- É necessária? - É uma coisa boa?

Por outras palavras: se não tiver

nada de simpático ou inteligente

para dizer, não diga.

 

 

 

 

 

 

publicado por Gabriela às 00:06
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Quarta-feira, 22 de Julho de 2009

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... Encontro-me no Epicentro, da Explosão Cósmica ...

... que deu Origem à Criação do Universo ...

 

publicado por Gabriela às 01:05
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

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Meus ilustres convidados,

Estou em falta convosco e não me perdoo por isso. Mas, tenho andado tão ocupada que lá tentei que se sentissem à vontade por estas bandas. Vocês, também, pelos vistos, que isto de aproveitar o fim-de-semana em Azeitão, na Arrábida ou em Vilamoura, sempre serve para qualquer coisa.

 

Mas, agora, recebo-vos como mandam as boas maneiras, que isto de receber os descendentes directos do Rei, com sangue azul a correr nas veias e darem-me a mim, serva ignorante, a honra da Vossa Visita, no mínimo, o que eu tenho que fazer, é tentar retribuir, dignamente e com humildade, claro.

Que eu, sei bem qual é o meu lugar.

Nada de confusões (desculpem a linguagem, mas estou emocionada!) É que o Domingos, o moço da estrebaria do feudo, acaba de me anunciar que à festa vinha também a Família Real e o Alto Clero, com a respectiva comitiva.

Mas, passando esta emoção (até chorei), eu, mulher do povo, habituada como estou a rudes trabalhos, pus logo mãos à obra. Arregacei as mangas, pus o pano do pó atado na cabeça, uma bata lavada e avental e comecei por preparar a casa. De alto a baixo. Com a escova que o Domingos, o moçoilo, me emprestou, aquela que usa para lavar o estábulo.

Esta tarefa está cumprida.

Comprei um bom tapete para pôr na entrada da casa (ai, lá se vai a poupança para a Capitação, mais o tostão de Pedro), muito macio que os Pezinhos de Suas Majestades (uma vénia … não esquecer), não têm calosidades como os meus.

Juntei as mulheres na salmoura geral, disse-lhes que precisava de ter toda a louça que pudessem dispensar e foi o que se viu. Tenho a casa cheia do que preciso e as servas todas a ajudar. Lavámos tudo na salmoura, louças, canecas, tudo, o que era necessário, carregámos para a minha humilde casa, a custo, porque, além das calosidades, também tenho varizes (dizem que é mal de circular do sangue, eu cá digo que é de amanhar a terra.)

Isto, sim … isto assim é que é. Somos servas, mas somos trabalhadoras, sérias,  sabendo, sempre, qual é o nosso lugar.

Desta gente é que eu gosto.

Neste momento, tenho tudo pronto, lavado a preceito, para receber Suas Altezas, o Alto Clero e os descendentes directos. Mais os acompanhantes (são sempre tantos), as aias, as damas, os pajens, escudeiros, cavaleiros e, claro, os servos. Mas, desses, já as servas, como eu, se juntaram para lhes dar tecto e comida. Que esses são cá dos nossos e é uma honra, para nós, tê-los na estrebaria.

Bom… mas, ia eu dizendo, tenho tudo pronto e ainda tenho algum tempo (o Domingos está no cimo do monte, à espera, para dar o sinal) para me arranjar. Preparei a salmoura, meti-me lá dentro e, com a escova com que retiro a terra dos pés e das unhas, escovei-me toda.

Pus os ferros a aquecer nas brasas e que lindos caracóis tenho eu. A seguir, dobrada no couro, retirei a minha melhor vestimenta. Só a uso nas festas com que, de vez em quando, o meu Senhor Feudal nos presenteia. Um bom Senhor Feudal. Há outros que nada dão.

Calcei as melhores polainas (ai os meus pés, que dores …é que já me acostumei às usadas … e não me posso esquecer que não me devo descalçar, nem esfregar os pés um contra o outro … seria uma vergonha!)

Mas não me vou esquecer. Ora essa! Sou serva, ignorante e lenta da cabeça, com aquele sangue que não circula, mas vou saber estar. E já avisei toda as servas que não se pusessem à espreita. Ficaram zangadas comigo. E tiveram razão. Que isto de serem servas, ignorantes e lentas de cabeça, sabem, como eu, prestar o servilismo.

Que calores eu sinto… vou ali beber uma tisana.

Falei com o Domingos e dirigi-lhe um pedido. Que fosse à terra dos mouros, às terras da Nobre AP, para comparecer também. A Nobre é de outro estamento. Também presta vassalagem ao Rei e ao Alto Clero, mas eu percebo pouco dessas coisas. Só sei que sou serva e a minha pobre cabeça não foi feita para entender estas coisas tão difíceis.

Mas o Domingos foi bem avisado. Nem precisava, que ele sabe o lugar dele (os servos são assim, todos amigos) mas avisei que não passasse da porta do Castelo mas que tivesse a certeza que a Nobre AP soubesse do convite. E, só depois, podia voltar.

Dizem que esta Nobre até nem é má pessoa. Um bocado mandona, mas também tem que ser assim, mão de ferro nos servos. Que eles os há e bem precisam. Mas trata os seus servos com comida farta e não carrega na Capitação, nem no Tostão de Pedro. Uma Nobre nobre. Até consta que aparece, no cimo do castelo e faz um aceno, nas festas dos servos.

Acabaram de me dizer, com um toque na casa, que se aproximam.

Estou pronta.

Sentada direita, oiço os cascos dos cavalos.

Um último olhar pela minha modesta mas honrada casa e sim, está tudo em ordem.

Quando todos se forem embora e como esta Nobre também presta vassalagem e é a última a sair, a Nobre que não me venha fazer reparos. Ela gosta de umas matérias, eu gosto é da minha vida e das minhas matérias (sei lá eu, o que é isto de matérias, perguntei aos meus amigos servos e ninguém me soube dizer, nem o artesão.)

Que o meu Senhor Feudal é outro. E a ele sou servil. Posso dizer-lhe, à saída, com os seus Nobres Pés no meu tapete, que se meta na vida dela.

Com todo o respeito que ela merece que eu, apesar de pertencer a outro Nobre, sei bem qual é o meu lugar. (Uma vénia … não esquecer).

E, agora, desejem-me sorte, ó servas do meu Senhor. Que esta serva saiba dar um grande repasto.

 

 (meu ex-caro anónimo): recebi o seu comentário. Não o vou publicar. Aceito as suas desculpas, mas não o quero nesta festa. Talvez… qualquer dia… possamos tomar um café. Que diz?

 

 

publicado por Gabriela às 00:53
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Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

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Pois ... chegou a hora de ir até ao meu pequeno e calmo paraíso.

Fiz questão, de me vir despedir e aproveitei para submeter os comentários que, de uma forma tão amável, me têm chegado.

A porta está aberta. Sintam-se em casa. Não quero que nada vos falte ...

desejo um bom fim de semana.

publicado por Gabriela às 19:28
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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

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Estou a ter, um pequeno conflito de gerações, com o deus sol (rá, para os amigos).

Não consigo aguentar o calor, que dele emana, na cabeça.

É urgente, ir comprar um chapéu, chapelete, qualquer coisa, um lencinho, chapéu-de-chuva?

Talvez um ... chapéuzinho-de-sol rendilhado, do século passado, que me proteja a cabeça.

Esta ideia, do chapéuzinho rendilhado, agradou-me. Muito, mesmo.

Uma visita a um sótão de guarda-roupas e cenários, de um teatro, e a questão ficaria resolvida.

… ficaria …

 

 

 

publicado por Gabriela às 19:50
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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

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Queria tanto escrever sobre minhas filhas …

 

Mas como?

Se, ainda, as sinto, nos meus úteros, cada uma, no seu.

Onde está a Rita, o útero é redondinho, barriga pequena, muitos pontapés, muita agitação.

Onde está a Eva, o útero expandido, barriga transbordante, a Eva apertada, os pezinhos sempre a pressionarem as costelas e o diafragma. E eu a esticar-me, a aproveitar para me espreguiçar, toda estiraçada, para lhe dar espaço.

Como escrever sobre elas se, ainda, as sinto e oiço-as, no marulhar do líquido amniótico e dou, por mim, a sentir, de novo, o instinto de as parir e a crescer a vontade primitiva de lamber os restos do líquido, lamber o sangue, lavá-las e comer os restos da placenta?

 

publicado por Gabriela às 23:59
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Ora, então, vamos lá ao prometido que é sempre devido...

Mas primeiro, tive que ir tomar um duche, que isto de ser forçada a exalar descargas de bílis, tem muito que se lhe diga.

 

Exmo. Senhor Ex-Caro Anónimo,

 

Apresento os meus respeitosos cumprimentos.

Queira, por gentileza, aceitar as minhas desculpas, por o tratar por anónimo. Faço-o, porque foi desta forma, que sempre se apresentou no meu blog.

 

Quero aproveitar, esta ocasião única, para o felicitar pelo seu grau académico: licenciatura em Economia ou, Finanças, ou as duas, (desculpe, não me lembro) mais os MBA’s, que sei bem, que os adquiriu por mérito próprio, e não, por via fax e ao Domingo.

 

Tentarei ser breve, para não o maçar. Vou, apenas, referir algumas “coisinhas” de somenos importância, na sequência da sua legítima e indignada crítica, ao meu post de 13/07/09, às 22h57m.

 

Novas oportunidades

  • “Lisboa – Um estudo realizado pela Universidade Católica, concluiu que apesar de o Programa Novas Oportunidades ter na opinião pública uma imagem positiva, não encontra na via profissional uma aceitação prática”.

http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=18873

 

Maiores de 23 anos

  • “Satisfazendo os pré-requisitos quando exigidos”. 

Nota minha: O bold e o sublinhado, foram colocados por mim. Para complementar a notícia, existem futuros alunos a tentar ingressar na Universidade com o 8º ano incompleto.

 

http://www.dges.mctes.pt/DGES/pt/Estudantes/Acesso/Concursos+Especiais/Maiores+de+23+anos/

 

Magalhães

“500.000 crianças beneficiaram da entrega do Magalhães”.

Nota minha: crianças sem banda larga, nem placa, nem electricidade?

  • Talvez fosse mais importante, colmatar falhas como:
  • Criar condições logísticas às crianças que ficaram sem escola, às que ficaram sem maternidades para nascerem, às que nasceram em ambulâncias ou, em Espanha.
  • Ou apetrechar centros de saúde, SAP’s que fecharam, e melhorar o atendimento das urgências pediátricas.

Ou, “cada criança portuguesa com idade entre os 6 e os 10 anos tem, em média, 3,4 dentes em mau estado. Uma situação que se agrava à medida que se sobe de escalão etário. Os números da "catástrofe" foram apresentados ontem, em Viseu, pelo presidente da Associação Portuguesa de Saúde Oral (APSO), Acácio Jorge, durante o CISO 2002 - Congresso Internacional de Saúde Oral”.

http://portal.alert-online.com/?key=680B3D50093A6A002E42140A321A2A5C0B683E0A7607517E60577E

Crianças, havia tanto para dizer… desculpem-me.

 

Plano tecnológico

·        "Visita a uma escola finlandesa".

·        "José Sócrates "impressionado" com sistema de ensino na Finlândia".

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1249836&idCanal=

 

Nota minha: no âmbito do plano tecnológico… como ficou em Portugal? Não se falou muito nisso, depois desta viagem, se a memória não me atraiçoa.

 

Professores

·        Ataque brutal à dignidade já muito ferida, de uma classe que merecia algum respeito.

·        Sistema de avaliação, copiado do Chile, onde já tinha fracassado.

·        Divisão da classe – titulares e não titulares. De 1ª e 2º classe.

·       Havia necessidade de avaliação. Nenhum professor contestou isso. Mas não esta.

·        Professores atulhados em burocracia.

·       Turmas inteiras a enxovalhar (seguindo o exemplo) professores com mais de 50 anos.

 

Nota minha: Chegaram à conclusão do redondo fracasso, mas utilizaram esfregão bravo para tentar limpar o ouro. Ai, isso nunca se faz. Dá cabo do ouro, nem para o agiota serve.

 

A estatística “comprada” mostra que se combateu o insucesso escolar e o abandono escolar. Tenta-se, agora, alargar o ensino obrigatório até ao 12º ano, mas sem qualquer base que suporte tal medida.

Os exames, inclusive, os de Matemática, foram do mais fácil, de que há memória.

Hoje, vinha num jornal, (não me lembro do nome) que as notas a Português foram das piores dos últimos 30 anos.

Claro que a culpa está na classe docente, que não sabe ensinar… nalguns casos, até é verdadeiro. Bons e maus profissionais há em todo o lado.

 

Funcionários Públicos.

·       Ataque aos F.P. (leia-se, funcionários públicos e não F.P’s 25 de Abril).

·        Concordo que havia reformas a fazer.

·       Mas não colocar na prateleira, funcionários com valor, e substituí-los pelas “crias”, arrogantes, detentores da sabedoria e do poder.

Nota minha: Andam a escorregar muito nos canos … mas, como já referi, já tudo tem poiso.

 

Reformados

 

·        “O aumento médio das pensões da Segurança Social em 2008 será apenas de 9,99€ por mês, o que corresponde a um aumento médio diário de 33 cêntimos. Mas existem centenas de milhares de pensionistas que terão aumentos ainda menores. Assim para os 278.300 pensionistas que recebem a Pensão social e a pensão do Regime Especial das Actividades Agrícolas o aumento varia entre 4,86€ e 5,83€ por mês, o que dá por dia entre 16 cêntimos e 19 cêntimos. Os 571.767 pensionistas com pensões médias de 239,9€ por mês, terão um aumento médio mensal de apenas 6,31€, o que corresponde a aumento de 21 cêntimos por dia”

http://resistir.info/e_rosa/aumento_pensoes_2008.html

·        "A partir de Janeiro

Internamento nos hospitais públicos vai custar até cinco euros por dia".

·        http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1272980&idCanal=12

“As taxas moderadoras afastam os doentes com poucos recursos da saúde pública.”

·        http://diario.iol.pt/comentarios/melhor-do-leitor/iol/1038700-4105.html

 

“Foi hoje publicada a portaria nº 34/2009 que revê o valor das taxas moderadoras para entrar em vigor no dia 1 de Fevereiro. Tanto para os trabalhadores como para os reformados e pensionistas que têm rendimentos baixos, mas que estão excluídos do regime de isenção, estes custos significam pesados encargos, o que torna a situação extremamente injusta e pode constituir um obstáculo no acesso aos cuidados de saúde por razões de ordem económica”.

http://67.220.196.2/~sntsfpt/index.php?option=com_content&view=article&id=165:governo-aumentou-taxas-moderadoras&catid=84:geral&Itemid=76

 

·       Nota minha: a população idosa, faz parte da mancha da exclusão social. Há poucos e insuficientes apoios, para fazer face a necessidades básicas, a uma população que trabalhou, no duro, uma vida inteira.

·        Desculpem idosos, por só referir isto.

 

 

Forças policiais

·        "Forças policiais saem hoje à rua contra política de António Costa".

http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=603652

 

Nota minha: Foram retirados os subsistemas de saúde (admg, etc), passando a estar cobertos pelo SNS.

Se já não havia cobertura suficiente de médicos de família, imagine-se agora, com a agravante de que muitas destas forças policiais, já estão reformados, necessitam de receitas médicas mensais, conheciam de longa data o seu médico de família e, no final da vida, doentes e velhos, ainda são eles que têm de tratar desta transferência, na segurança social. Filas e filas, sempre na porta, muito antes, da abertura ao público.

 

Os polícias no activo, deparam-se com o aumento da criminalidade e da falta de dispositivos de apoio, desmotivação, mortes e suicídios.

 

Endividamento

·        Não dos “pretensiosos novos ricos”, mas de famílias trabalhadoras, com filhos a estudar e a viverem em caixas de fósforos, na periferia da cidade: linha de Sintra, linha de Odivelas, margem sul, etc.

Vou tentar, não pensar na quinta da Marinha ou, em Azeitão, ou na Arrábida.

 

Desemprego

 

“23/02/2009: Desemprego em Portugal deve atingir 8%”.

·        http://economia.uol.com.br/ultnot/lusa/2009/02/23/ult3679u6056.jhtm

Notícia do metro hoje: “Dez mil trabalhadores com salários em atraso”.

Claro, que não lê o metro, porque não anda em transportes públicos, nem sujava a manicure, com a tinta preta do jornal gratuito. Para além do Mercedes XPTO, ainda tem motorista cedido pelo serviço.

Nota minha: Eu, por acaso, também vou de carro para o serviço. Eu e o meu marido conjugamos horários, porque de carro sai mais barato que o passe social x 2.

 

·       Contratos de trabalho temporários. Horários para entrar, mas nunca para sair. Atrasos nos subsídios. Diminuição da carga horária nas fábricas. Encerramento de fábricas, despedimentos colectivos de famílias inteiras.

·       Aproveitamento da crise, por parte das entidades patronais.

Nota minha: estatísticas encomendadas para camuflar a realidade, como conveniente.

 

Aumento brutal do custo de vida

Aumento dos salários

·        “Lisboa, 13 Jul (Lusa) - Os trabalhadores do comércio retalhista de Lisboa e Cascais não aceitam o aumento de um por cento nos salários de 2009 e a perda de direitos, propostos pelos patrões e estão numa acção de protesto na Rua Augusta, em Lisboa”.

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Trabalhadores-de-Lisboa-nao-aceitam-aumento-salarial-de-1.rtp&article=232188&visual=3&layout=10&tm=6

 

·        função pública 2.1%

 “Os funcionários públicos tiveram este ano um aumento salarial de 2,1%, que era o valor que o Governo previa para a taxa de inflação, mas na proposta de Orçamento do Estado para 2009, o Executivo estima agora chegar ao final do ano com uma taxa de 2,9%”.

http://www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=B020E667-7B22-4772-B999-B4C0C77F3F2D&contentid=9E50E9DE-18D1-4D69-ACFE-A25C1BAA1573

 

·        restantes trabalhadores – se foram aumentados, andaram, entre os 1% e os 2.1%.

 

Subsídio de desemprego

·        “Maioria PS chumba proposta de alargamento do subsídio de desemprego” 

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356384

 

Transportes públicos

·        “sobem 3,9% em 2008”.

http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=990880

Nota minha: Em contrapartida, não existe uma rede de acessibilidade entre autocarros, metros e comboios. Repara, quando vai com o motorista, nas filas das paragens, manhã cedo e rostos já esgotados?

·        Ah … ia-me esquecendo de referir que estão todos distraídos, com a construção do TGV, do aeroporto em “Alcochete – jamais” e da nova ponte a ligar Lisboa ao Montijo.

 

VIL, ABJECTO

·        Absolvição e recandidaturas de criaturas-insectos rastejantes, envolvidas em fraudes e corrupção.

·        Impunidade total. Não transparência de fortunas repentinas. Criaram uma lei anti-corrupção, mas criar auditorias sérias, aos ratos e ratazanas de esgoto, isso não convinha.

Bancos privados

·       Administradores que se encheram, à grande, ilibados e impunes e agora o estado, nós portugueses, a pagarem a insolvência e as falências. E eles até desconheciam, como administradores, o que por lá se passava. Foi a justificação que li. Admito, contudo, que possa ter lido mal.

·       Todos continuam com o “poiso” mais que garantido. 

 

Até poderia e, se calhar, deveria, ser mais exaustiva.

Mas sabe, estou cansada, amanhã, levanto-me cedo para ir trabalhar. Sou obrigada a ter de assistir à metamorfose de que falei no post que originou este. Se me despedirem, não tem qualquer importância. Qualquer prisão, por mais rasca que seja, é preferível a este país que bateu no fundo. Aproveitarei para estudar, com afinco, a “Sociologia das Ausências”, alguns temas de Psicologia Forense e Ciências das Religiões. Além disso, farei amigas na prisão, sou filha da deusa da sensibilidade, a única que não tive de conquistar. A minha Deusa Avó, encarregou-se do gene da hereditariedade. Estou, como vê, bem protegida.

Vou perdoar, se não tiver poder de encaixe. É uma característica do ser humano. Também me acontece, também me perdoo e, às vezes, penitencio-me. (Ainda, tenho resquícios, da influência católica-apostólica-romana). Poupo-lhe a penitência. Não leva a mal, pois não?

Espero que esta missiva, caiba no espaço de edição de um post num blog. Se não couber, divido-o em duas partes. Saberá, fazer-me a gentileza, de se organizar? Nem me vou preocupar com a parte I e parte II.

Se me dá licença, vou ali, tomar outro duche. Tive várias descargas de bílis. Que maçada!

Depois, vou-me sentar um pouco, na minha varanda. E venerar alguns dos meus deuses, pais e mães adoptados. Com vista para o deus Tejo, acompanhada pela deusa da noite e pelos deuses dos felinos. Na companhia do som doce e suave dos espanta-espíritos, ao sabor da brisa nocturna.

 

publicado por Gabriela às 02:25
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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

...

E como promessas, para mim, são para cumprir, meu ex-caro anónimo, à noite, ( não sei é a que horas) terá a resposta, ao telefonema que, tão gentilmente, me fez e o qual agradeço, claro. Não vou ser exaustiva, não tenho tempo, nem paciência. Era só o que me faltava, andar a fazer pesquisas na net da porcaria toda que fizeram. Mas, tentarei focar as mais importantes ... depois, sempre posso ir fazendo adendas, se me apetecer, claro.

 

Sabe, os telemóveis irritam-me os tímpanos e a sua voz, hoje, estava um bocado pró-agudito ... tipo galináceo.

 

Mas (conforme prometido) respondo, por escrito,e como tenho presente o que me disse, disporá depois do seu tempo, conforme bem entender.

 

Nestas alturas, lembro-me do papel azul, selado com selos fiscais. Às vezes, os selos, eram tantos que mal se lia, o que ficava à volta. E com uma ida ao notário, para ficar registado e autenticar fotocópia.

publicado por Gabriela às 17:17
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...

Ontem, mandei um mail ao suporte de ajuda dos blogs da sapo, para saber se existe a possibilidade de privatizar o blog. Por pesquisa, sei que só posso privatizar alguns posts.

Era só o que faltava. lol ... andar à cata de posts ... * risos, muitos risos*

Daí, pensei em migrar para o blogspot ... só de pensar na trabalheira, desisti logo.

 

Esta manhã, resolvi que não migro, não privativo coisa alguma. Sejam todos bem vindos e, quando saírem, fechem de mansinho à porta ... o barulho incomoda-me. Se não quiserem voltar, é um favor que me fazem, como já perceberam. (acho eu, que isto anda tudo já a cambalear com a bebedeira das eleições).

 

À tarde, recebi um mail do suporte que me diz que não há qualquer possibilidade de privatizar o blog.

 

Há, de facto, coincidências que me calham mesmo bem.

até vou pôr um boneco:

:-)

publicado por Gabriela às 17:05
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Eu sou uma deusa.

Sou filha de muitos deuses e deusas que, ao longo da vida, me entreti a coleccionar, em processos, complicadíssimos, de adopção. Tanta paciência que tive de ter, para lidar com tamanha burocracia mental.

 

Alguns, rejeitaram tamanha responsabilidade. Não lhes levei a mal, muito, pelo contrário. Aceitei, tranquila.

 

Não imaginas a quantidade deles que guardo no meu bolso, ainda cheio de "abafas", caricas, berlindes, restos de pastilha elástica, o pião com a corda e os fios, tudo peganhento com restos de cola (feita de fuba), dos papagaios, que construía, entre outras coisas, sujas e amarrotadas.

 

Sou filha do deus verão mas, também, filha da deusa da noite. (Ainda ando às voltas com o processo de adopção do deus inverno).

Assistir (nos findis, no meu paraíso, por entre a mata dos pinheiros) e aqui, onde vivo, com vista para o deus tejo, (o Arade (pus em maiúscula, de propósito)) (também são meus pais), tendo Lisboa como pano de fundo, ao amanhecer, ao nascer do dia e ao nascer do deus sol (rá, para os amigos ... eu dei, outro nome, a este pai) é quase, quase, um pequeno lampejo do que poderá ser um encontro com o divino.

 

O divino e o absoluto também são meus pais. Só que eles não me quiseram adoptar.

São um bocado, assim, sei lá, tá a ver, não tá?

E eu sou, apenas, uma centelha de vida ...

 

Ah...não te esqueças que, também , sou uma sereia.

 

publicado por Gabriela às 06:21
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...

A minha ex-necessidade de privatizar o blog, não é índice de Pa.

 

Nada de confusões.

Aliás, um dia destes, eu traço o perfil ...

 

publicado por Gabriela às 00:09
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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

...

Os gajos do governo, que já tremem, desde as europeias, agora, é vê-los, numa metamorfose de ratos de esgoto, para ratazanas de cano, nojentas, asquerosas e sebentas.

Daquela palhaçada séria e arrogante, agora saiem placards, com rostos sorridentes, camisa branca, gravata grená, rodeados de rostos, a transbordar sorrisos colgates e a respirar felicidade, por todos os poros. A foto do Sócrates a abraçar o Costa ... o Alegre, a chamar a atenção para a necessidade de acordarem e o Lello a dizer que não precisam de despertador ... pois não. Precisam de uma sirene, daquelas estridentes, a foderem-lhes os tímpanos. E, mesmo assim, já nada a fazer. Os estragos que fizeram já não há volta a dar.

 

Ficam todos bem na vida, mesmo ao perderem as eleições. Que estes gajos são manhosos e já se encarregaram de assegurar o futuro. Esqueceram-se, como é hábito,  do povo português. Da merda que fizeram, da razia das necessidades mais básicas, com que presentearam milhares e milhares de portugueses. Sem pingo de respeito, sem a dignidade mínima, que este povo merece. Eu sei, estão lá, porque votaram neles. Mas, ninguém, merece ter sido, tão vilmente, enganado.

Não é, que os que se seguem, sejam melhores. Não são.Os ratos e ratazanas de esgoto estão aí, por todo o lado e, procriam, aos milhares. Já tudo tem poiso...as crias, familiares directos e de parentesco, padrinhos, afilhados, tios e tias, amigos dos pais das crias. Todos eles. É só deixar o olhar vaguear por entre as "avenidas novas". Vai haver mais estragos, para além, do que já foi violentamente estragado e que já não tem conserto.

Aproveitam tudo e comem tudo (como dizia o outro, na época da música de intervenção).

 

 

Há anos que não voto.

Nos últimos anos, votava em homenagem à luta das sufragistas. Em Portugal, as mulheres só tiveram direito ao voto depois do 25 de Abril. E votei, claro, na despenalização da lei do aborto. Votarei, também, pelos direitos dos homossexuais. E pouco mais.

 

Não sou, nem serei, mais cúmplice em palhaçadas maldosas.

Até porque são todos iguais. Por onde andou a oposição? Sussurraram, apenas, e aproveitaram-se de algumas contestações.

Vozes que mal se ouviram.

Eu não ouvi. E estive atenta.

 

Não me venham com o discurso da abstenção. Poupem-me.

 

publicado por Gabriela às 22:57
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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Homenagem póstuma ao "meu" papel higiénico

www.tvi24.iol.pt/acredite-se-quiser/papel-higienico-japao-historias-suzuki-insolito-tvi24/1074342-4088.html

 

 

 

(espero que isto não me desapareça do blog...estas coisas dos links, nos blogs do sapo, não são fiáveis e, ainda por cima, tenho pouco tempo, para estas merdices).

publicado por Gabriela às 10:17
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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

...

Tenho um carácter depressivo.

Sou, também, daquelas obsessivas compulsivas puras, duras e genuínas.

No final do ano passado e princípios deste, consegui curar uma velha e amiga obsessão por papel higiénico...que durou mais de 6 anos.

Em Junho deste ano, comecei com a obsessão das pinhas. Tenho sacos grandes cheios de pinhas.

Estou a controlar. Não apanhei mais, não parei o carro na mata para ir apanhar mais, não ando com um saco só para as pinhas, não reviro os olhos por todo o lado à procura de pinhas.

Este fim de semana, só apanhei uma.

só porque, realmente, era muito linda ....

 

 

publicado por Gabriela às 13:56
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Domingo, 5 de Julho de 2009

As minhas amigas nuvens ....

Desde que me conheço que, sobre a minha cabeça, (lembro-me do Obélix que tinha medo que o céu lhe caísse em cima), pairam sempre nuvens cinzentas. Umas mais claras, outras mais escuras e, outras, negras, intensas, carregadas, violentas que, a qualquer momento, se transformam em autênticos tempestades.

 

No meio destas nuvens, tivessem elas a tonalidade que bem lhes entendia (dava-lhes essa liberdade) obrigava sempre que, raios de sol, umas vezes ténues, outras vezes bem fortes, me aquecessem a alma (fui aprendendo com o tempo).

 

Neste momento, sob a minha cabeça, há uma nuvem, recém-nascida, "daquela" grande, negra, intensa, carregada, violenta…

 

 

Poderosa e tenebrosa, esta minha nova nuvem …

 

(Vale-me a boa relação que, ao longo do tempo, conquistei com as minhas amigas nuvens).

 

 

publicado por Gabriela às 22:17
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Sorriso ...

Quando a minha avó, começou a levar uma cadeirinha confortável para a piscina ou praia, no meio das toalhas e de toda a traquitana que se costuma levar ... eu sorri e, por dentro, "gozei o pratinho".

 

Depois, muitos anos depois, dei com a minha mãe, a levar uma cadeirinha confortável, juntamente com a traquitana do costume ... eu sorri e, por dentro, "gozei o pratinho".

 

Chegou a minha vez ...

no meio das toalhas e resto da traquitana, aí vai a minha cadeirinha confortável.

 

Sorri muito e ... tenho andado a "gozar-me o pratinho" ...

publicado por Gabriela às 22:12
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